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DIABETES E DOENÇA PERIODONTAL (Gengival)

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VOCÊ SABIA QUE O DIABETES PODE CONTRIBUIR PARA A PERDA DOS DENTES?

Se você é um adulto com diabetes do tipo 1 ou tipo 2 e seu controle de açúcar no sangue é, por vezes, não tão bom como o seu médico gostaria que fosse, você poderá perder alguns ou todos os seus dentes devido a um tipo grave de infecção na gengiva chamada de doença periodontal. O diabetes pode diminuir sua capacidade de lutar contra os germes que causam a doença periodontal (gengival).

O QUE É A DOENÇA PERIODONTAL E PORQUE DEVE SER DIAGNOSTICADA E TRATADA?

Doença periodontal ou gengival é uma infecção grave das gengivas que pode levar à perda dos dentes e pode impedi-lo de alcançar os objetivos nutricionais estabelecidos pelo seu médico. A doença periodontal pode causar uma infecção que destrói os ossos que sustentam os dentes. A medida que a doença gengival avança, os sintomas podem incluir perda ou amolecimento dos dentes, mau hálito ou sangramento das gengivas. A doença periodontal pode agravar o controle da glicose e vice-versa.
Se sua glicose sanguínea é alta ou flutua, você está em risco de desenvolver uma doença periodontal grave. Por isso é tão importante que se faça consultas periódicas ao dentista.

 

 

Sintomas: 

• Gengivas vermelhas e inchadas.• Mesmo se suas gengivas sangram somente quando você faz uma escovação mais forte nos dentes, QUALQUER sinal de sangramento não é normal.
• Pus branco ou amarelado ao redor das gengivas.
• Dentes que são mais largos e gengivas que são separadas
dos dentes.

Responda “sim” ou “não” às seguintes perguntas para determinar seu risco de ter a doença periodontal:

1.  Alguma vez você já reparou sangue (vermelho) em sua escova de dentes, em sua alimentação ou em sua saliva?
2.  Você tem alguns dentes soltos ou dentes que estejam moles?
3.  Alguma vez já lhe disseram que tinha a doença gengival ou teve um dente arrancado devido a doença gengival?
4.  Usa algum produto de tabaco?
5.  Passaram mais de dois anos desde que visitou pela última vez o dentista?
6. Seu nível de hemoglobina A1c é superior a 7,0

Uma ou mais respostas “sim” justifica um exame dentário para detectar a doença periodontal. Com boa higiene oral e visitas regulares ao dentista é possível prevenir a doença periodontal.
Então visite o seu dentista regularmente para ajudar a prevenir a doença periodontal! 





Os medicamentos podem afetar sua saúde bucal

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Sim, os medicamentos podem apresentar efeitos colaterais na boca, dos quais a “boca seca” é o efeito colateral mais comum. Não deixe de informar seu dentista sobre os medicamentos que você está usando, mesmo aqueles que comprou sem receita médica.

 

 

Os seguintes medicamentos podem causar o ressecamento da boca:

  • Anti-histamínicos (Antialérgicos);
  • Descongestionantes;
  • Analgésicos;
  • Diuréticos;
  • Medicamentos para pressão alta;
  • Antidepressivos.
Com a diminuição da saliva a boca pode ficar mais vulnerável ao aparecimento de cáries.
A inflamação da gengiva é um dos efeitos colaterais mais comuns dos contraceptivos orais.
Outros medicamentos podem causar inflamações, ulcerações, dormência, formigamento, distúrbios de movimento, alterações do paladar e, durante a escovação ou do uso do fio dental, sangramento excessivo da gengiva. Se perceber quaisquer desses sintomas, consulte seu dentista ou médico.

Fonte:© 2002 Colgate-Palmolive Company


Bactérias da placa dental podem provocar coágulos sanguíneos

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Bactérias bucais decorrentes da placa dental que entram na corrente sanguínea são capazes de causar coágulos sanguíneos e iniciar uma infecção do revestimento interno do coração(endocardite bacteriana), dizem pesquisadores do Colégio Real de Cirurgiões da Irlanda e da Universidade de Bristol. O achado valida ainda mais a importância da escovação e do uso de fio dental para “manter essas bactérias sob controle”, diz Helen Petersen, Ph.D. da Universidade de Bristol, que apresentou a pesquisa na conferência da primavera da Sociedade de Microbiologia Geral em Dublin, em março.

A endocardite bacteriana pode danificar ou destruir válvulas cardíacas e levar a complicações ameaçadoras à vida. A condição ocorre quando bactérias ou outros germes de outra parte do corpo – da boca, por exemplo – se disseminam pela corrente sanguínea e se fixam em áreas danificadas do coração.

O Streptococcus gordonii é um habitante normal da boca e contribui com a placa que se forma na superfície dos dentes. Porém, se as bactérias entrarem na corrente sanguínea através de gengivas que sangram, elas poderão iniciar uma destruição ao se disfarçarem de proteínas humanas.

Os pesquisadores descobriram que o S. gordonii é capaz de produzir uma molécula em sua superfície que lhe permite imitar a proteína humana fibrinogênio – um fator da coagulação. Isso ativa as plaquetas, fazendo-as se agregarem dentro dos vasos sanguíneos. Os coágulos sanguíneos indesejados envolvem as bactérias, protegendo-as do sistema imunológico e dos antibióticos que podem ser usados para tratar infecções. A agregação de plaquetas pode levar a crescimentos nas válvulas cardíacas (endocardite) ou inflamação dos vasos sanguíneos que podem bloquear o suprimento sanguíneo para o coração ou cérebro.

Um entendimento melhor da relação entre bactérias e plaquetas poderia finalmente levar a novos tratamentos da endocardite infecciosa, dizem os pesquisadores.

“No desenvolvimento da endocardite infecciosa, um passo crucial é a adesão da bactéria na válvula do coração e a ativação das plaquetas para formação de um coágulo”, diz Dr. Petersen. “Estamos, agora, estudando o mecanismo por trás dessa sequência de eventos, na esperança de podermos desenvolver novas drogas que são necessárias para evitar os coágulos sanguíneos e também a endocardite infecciosa.”.

A endocardite infecciosa é tratada com cirurgia ou fortes antibióticos, o que tem se tornado mais difícil, em razão da crescente resistência aos antibióticos.

“Cerca de 30% das pessoas com endocardite infecciosa morrem e a maioria necessita de cirurgia para substituição da válvula cardíaca infectada por uma válvula de metal ou de procedência animal”, diz Dr. Petersen.

“Nossa equipe agora identificou os componentes críticos da molécula do S. gordonii que imita o fibrinogênio, de forma que estamos mais próximos de sermos capazes de desenvolver novos compostos para inibir esse fato”, diz Steve Kerrigan, Ph.D., Colégio Real de Cirurgiões da Irlanda. “Isso evitaria o estímulo de coágulos sanguíneos indesejados”.

Fonte: últimas noticias da ADA

DICA PRECIOSA: Vá ao dentista pelo menos a cada 6 meses para uma consulta de avaliação, uma profilaxia e se necessário raspagem do tártaro. Esse simples cuidado pode salvar vidas.


Feliz Dia da Mulher!

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