Preenchimento labial


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BRASILEIROS SÃO UM DOS POUCOS NO MUNDO QUE LEVA ESCOVA DE DENTE PARA O TRABALHO


VOCÊ SABIA QUE OS BRASILEIROS SÃO UM DOS POUCOS NO MUNDO QUE LEVA ESCOVA DE DENTE PARA O TRABALHO? Este hábito higiênico comum por todo o país é raro no mundo, assim como banho diários. Herdamos esses comportamentos da cultura Saiba mais

O Conselho Federal de Odontologia alerta: previna-se do câncer bucal !

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Evitar doenças é o que todo mundo quer. No entanto, muitas pessoas ainda precisam de uma maior conscientização com a higiene bucal, pois se for mal feita pode até causar o câncer de boca. “É preciso prevenir doenças na boca, pois quando elas se instalam muitas provocam até risco de morte. A higiene bucal evita muitas infecções, não só na boca, mas no coração, no pulmão, já que a infecção pode se espalhar pela corrente sanguínea. Nesse Dia Mundial da Saúde Bucal vamos nos conscientizar que uma higienização bem feita nos proporciona uma melhor qualidade de vida”, afirma o presidente do CFO, Ailton Morilhas.

 Instituído em 2007, em reunião da Federação Dentária Internacional (FDI), o objetivo da data é conscientizar as pessoas para uma melhor qualidade de vida, mantendo sua saúde bucal. Para isso, é preciso divulgar que uma higienização bem feita e visitas periódicas ao cirurgião-dentista podem proporcionar uma melhor forma de viver com saúde. O dia mundial também chama a atenção dos profissionais da classe odontológica para que conscientizem seus pacientes a fazerem sempre uma boa higienização, assim, é possível prevenir a epidemia da cárie, as doenças periodontais e a perda de dentes, ajudando a população mundial a manter uma dentição fortalecida durante toda a vida.

O Câncer bucal ainda é preocupante no Brasil e a prevenção é a maior inquietação da classe odontológica. Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), a doença ainda mata mais de 4 mil pessoas por ano e em alguns países como a África ganha espaço pela falta de orientação, hábitos e profissionais. No Brasil, o problema não é a quantidade de cirurgiões-dentistas (cerca de 271 mil), mas sua distribuição irregular nas várias regiões, com densidades e níveis econômicos variáveis da população, segundo dados do CFO.

 De acordo com o INCA, estimam-se para o Brasil, em 2014, 11.280 casos novos de câncer da cavidade oral em homens e 4.010 em mulheres. Tais valores correspondem a um risco estimado de 11,54 casos novos a cada 100 mil homens e 3,92 a cada 100 mil mulheres. Os principais fatores de risco para o câncer da cavidade oral são: tabagismo, etilismo, infecções por HPV, principalmente pelo tipo 16, e exposição à radiação UVA solar (câncer de lábio).

Para uma maior divulgação dos bons hábitos bucais, o CFO apoia a Associação Brasileira de Cirurgiões-Dentistas (ABCD) na Campanha de Prevenção de Saúde Bucal Sorria para a Vida, que será lançada em 20 de março. Segundo a ABCD, o objetivo é criar no Brasil a cultura de cuidados com a saúde bucal para evitar tantas mortes.  Em sua segunda edição, a campanha reúne representantes de mais de 100 países e a grande maioria deles tem participação efetiva no movimento. De acordo com o presidente da ABCD, Sílvio Cecchetto, a campanha abrange todo o país e precisa contar com o maior o número de profissionais e entidades em prol da saúde bucal da população brasileira.

 O presidente do CFO,  Ailton Morilhas afirma -  “Toda a classe odontológica compartilha dessa campanha que só traz benefício para o cidadão brasileiro, pois a prevenção ainda é o passo mais acertado que toda a população deve dar”, concluiu.

 O CFO, preocupado com o crescimento da doença, trabalhou junto ao Congresso Nacional na aprovação do projeto que cria a Semana Nacional de Prevenção do Câncer Bucal (PL 3939/12), a ser celebrada todos os anos, na primeira semana de novembro. O objetivo é estimular ações preventivas e educativas, promover debates e outros eventos sobre as políticas públicas de atendimento integral a portadores de câncer bucal, apoiar atividades organizadas e desenvolvidas pela sociedade civil em prol do controle deste mal que envolve milhares de brasileiro, além de difundir os avanços técnico-científicos relacionados à doença.

 Veja a pesquisa do CFO: Hábitos, Atitudes e Comportamentos na Saúde Bucal encomendada ao Datafolha Instituto de Pesquisa, em 2014.

 INCA – O Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (INCA) destaca-se pelo seu papel nacional no desenvolvimento de ações estratégicas de estruturação e implementação da política de prevenção e controle do câncer, incluindo, de forma especial, seu compromisso na disseminação de informações que contribuam para o estabelecimento de prioridades em termos de saúde pública.

 Segundo a instituição, o câncer de cavidade oral é considerado um problema de saúde pública em todo o mundo. A última estimativa mundial apontou que ocorreriam cerca de 300 mil casos novos e 145 mil óbitos, para o ano de 2012, por câncer de boca e lábio (C00-08). Desses, cerca de 80% ocorreram em países em desenvolvimento. As mais altas taxas de incidência foram observadas em populações da Melanésia, do Centro-Sul Asiático, da Europa Oriental, Central e Ocidental, da África e da América Central.

Saúde bucal feminina – O Sistema CFO / CROs nesse Dia Mundial da Saúde Bucal, também alerta o segmento feminino da população para os cuidados com a higienização da boca. De acordo com cirurgiões-dentistas, a mulher conta com cuidados especiais como mudança de hormônio na adolescência, na gravidez, na menopausa e nessas épocas elas ficam mais sensíveis ao acúmulo de bactérias e, consequentemente, mais expostas a gengivites, aftas, inflamações da mucosa bucal. A prevenção dessas doenças será mais efetiva com visitas frequentes ao cirurgião-dentista.

Câncer bucal

 Condições de saúde bucal

Fonte: Instituto Nacional de Câncer (Inca)

    • De acordo com o INCA, estimam-se para o Brasil, em 2014, 11.280 casos novos de câncer da cavidade oral em homens e 4.010 em mulheres. Tais valores correspondem a um risco estimado de 11,54 casos novos a cada 100 mil homens e 3,92 a cada 100 mil mulheres.

    • 90% da população mundial terá alguma doença bucal ao longo de sua vida, que vão desde cárie a doenças periodontais e câncer bucal

    • Dor de dente é a razão número um para o absentismo nas escolas em muitos países

  •  Embora a carga de doenças bucais esteja diminuindo nos países desenvolvidos, as complicações periodontais estão se tornando mais comum, especialmente em pessoas mais velhas. Principais fatores de risco como o tabaco e o consumo de álcool e uma dieta rica em gordura, sal e açúcar contribuem para uma série de doenças crônicas, incluindo doença bucal.

                      O INCA adverte:

    • Segundo estudos de base hospitalar, comer frutas e vegetais contribui para a diminuição do risco de desenvolver essa neoplasia.

    • As taxas de incidência para câncer de cavidade oral relacionado à infecção pelo HPV, como amígdala, base da língua e orofaringe, vêm aumentando entre a população de adultos jovens em ambos os sexos. Parte desse aumento pode ser em razão de mudanças no comportamento sexual.

    • As taxas de mortalidade por câncer da cavidade oral apresentam diminuição na maioria das populações masculinas. Em mulheres, esse comportamento ainda não pode ser observado, porque o início do uso do tabaco por elas foi posterior ao dos homens.

  • A melhor forma de diminuir a incidência dessa doença é controlar os fatores de risco que conhecidamente favorecem seu desenvolvimento.

Diagnóstico: O Instituto do Câncer avisa que, para reduzir a mortalidade, é necessário que haja diagnóstico precoce feito por meio do exame clínico dos tecidos da boca, realizado obrigatoriamente por um profissional de saúde capacitado, com o qual será possível identificar tanto lesões potencialmente malignas quanto o câncer em estágios iniciais, possibilitando um tratamento menos agressivo e o aumento da sobrevida. O autoexame não deve ser preconizado como método preventivo com o risco de mascarar lesões e retardar o diagnóstico do tumor.

                       Procure um cirurgião-dentista e faça um exame periodicamente!

Fonte: Comunicação do CFO


2,4 bilhões de pessoas no mundo tem cárie

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O estudo publicado no “Journal of Dental Research” realizada pelo pesquisador e professor Wagner Marcenes, na Universidade de Queen Mary, em Londres, aponta que muitos não se preocupam com a cárie que, se não tratada, pode causar dor extrema, infecções e até mesmo a perda de dentes. Segundo a pesquisa, estima-se que 2,4 bilhões de pessoas no mundo possuem cárie.

O nível de negligência espantou os pesquisadores, já que existem maneiras conhecidas e simples de tratamentos e prevenção da doença. Dado também alarmante, é que a cárie não tratada alcança não apenas as crianças, como também a população adulta.

Segundo Marcenes, em entrevista à BBC, os prejuízos que a cárie causa são econômicos e significativos. Se não tratada, provoca uma redução na produtividade no trabalho e absenteísmo em adultos, além de dificultar o desempenho escolar das crianças. É alarmante ver que a prevenção e o tratamento de cáries são negligenciados a esse nível.

A destruição da superfície do dente é provocada por ácidos produzidos por bactérias que vivem na boca e causam a cárie. A prevenção é baseada na higiene bucal e pela mudança de hábitos alimentares. Este é o maior desafio, segundo o pesquisador. A dieta no dia a dia atual envolve o consumo de elevadas quantidades de açúcar em alimentos como comidas e bebidas, assim como lanches frequentes.

A pesquisa que reuniu um time internacional de cientistas e foi conduzida pelo professor Marcenes, analisou 378 estudos que envolveram em média, 4,7 milhões de pessoas em todo o mundo entre 1990 e 2010. Segundo a sugestão dos resultados, 2,4 bilhões de pessoas possuem cárie não tratada em relação aos dentes permanentes e cerca de 621 milhões de crianças têm cárie em dentes decíduos. O estudo estima que mais de 190 milhões de novos casos de cárie apareçam por ano.

Marcenes diz que “a percepção atual de que baixos níveis de cárie na infância vão ser levados para toda a vida, parece imprecisa”. E completa que atualmente, a maioria das políticas é focada nas crianças. “Os adultos são negligenciados”, finaliza.

Fonte: O Globo


Escovar os dentes menos de 2x ao dia aumenta risco de doenças cardíacas

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De acordo com o estudo da University College London, publicada na última edição da revista especializada British Medical Journal, deixar de escovar os dentes, no mínimo duas vezes por dia, pode causar problemas à saúde, principalmente em cardíacos. Nos últimos oito anos, o estudo realizado na Escócia com 11 mil adultos confirmou as pesquisas anteriores que associavam doenças na gengiva a problemas cardíacos.

Já era de conhecimento que as inflamações bucais e gengivais têm papel de suma importância no entupimento de artérias, sendo este, um dos principais fatores que podem agravar às doenças cardíacas.

Pôde-se confirmar pela primeira vez, que a frequência da escovação influencia o risco de doenças cardíacas. Os integrantes da pesquisa forneceram informações sobre hábitos de higiene bucal, assim como se fumavam, praticavam alguma atividade física e se faziam visitas frequentes ao Cirurgião-Dentista.

A partir do histórico do estudo, foram coletadas amostras de sangue e relatório de doenças cardíacas familiares de cada paciente. No geral, seis em cada dez pessoas afirmaram escovar os dentes duas vezes por dia e fazer visitas de rotina ao Cirurgiã0-Dentista uma vez a cada semestre.

No decorrer de oito anos de pesquisa, foram registrados 555 “eventos cardiovasculares”, bem como infartes, dos quais 170 foram fatais. Enaltecendo os fatores que elevam o risco de doenças cardíacas como classe social, obesidade, tabagismo e histórico familiar, os estudiosos descobriram que aqueles que têm o hábito de realizar a escovação dos dentes duas vezes por dia correm menos riscos.

O coordenador do estudo da University College London, Richard Watt, afirma que “ainda são necessários mais estudos para verificar se a relação entre higiene oral e doenças cardiovasculares, se é causal ou meramente um marcador de risco”.
Fonte: Portal APCD


Periodontite x HIV

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Pesquisadores da Case Western Reserve University, na cidade de Cleveland, Ohio, nos Estados Unidos, descobriram que subprodutos de bactérias envolvidas em periodontite são capazes de reativar HIV em células dormente e causar a reprodução do vírus. Essas conclusões têm a possibilidade de auxiliar na explicação do por que pacientes soropositivos com periodontite severa têm elevados níveis de vírus residuais na saliva e no plasma, inclusive, sugere aos pacientes portadores do vírus HIV, pois pode ser muito benéfico à saúde no tratamento de periodontite.

Recentemente publicado, o Virology Journal mostra um estudo onde pesquisadores examinaram os ácidos graxos de cadeia curta em patogenias periodontais. Eles observaram que cinco desses ácidos graxos de cadeia curta de duas bactérias predominantes, estão envolvidos na ativação de células dormentes de HIV- 1, são as denominadas Porphyromonas gingivalis e Fusobacterium nucleatum.

Segundo o co-investigador e professor assistente da Escola de Medicina Oral da universidade, Fengchun Ye, todos os seres humanos tem uma reserva de células dormentes que são avivadas para acabar com as inflamações do corpo. Portanto, em contraste às pessoas saudáveis, tais células podem obter células de HIV-1 em pacientes com o vírus. Então, os subprodutos bacterianos têm a função de agir como um carregador de pilhas descarregadas.

As descobertas colaboraram para um melhor entendimento do pouco pesquisado micro bioma no HIV e reforça a ideia de que o tratamento preventivo de infecções bacterianas é de suma importância em pacientes soropositivos.

O estudo intitulado: “Ácidos graxos de cadeia curta potencializam indução de células de HIV-1 dormentes ao ativar o P-TEFb e modificações multiplas do histone”(Short Chain Fatty Acids Potently Induce Latent HIV-1 in T-cells by Activating P-TEFb and Multiple Histone Modifications), foi publicado no Virology Journal, edição de janeiro.

Fonte: Dental Tribune


Própolis: vantagens na limpeza bucal

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A resina fabricada pelas abelhas virou enxaguatório promissor em pesquisa conduzida na Universidade

 Anhanguera(SP),em parceria com a universidade de Nova York,nos Estados Unidos.

Os cientistas compararam o poder de higienização da própolis com os antissépticos tradicionais disponíveis no mercado. O resultado demonstrou que a própolis possui a mesma eficácia, com a vantagem de não apresentar toxicidade nem levar álcool em sua formulação. 

Assim elimina bactérias sem comprometer a integridade da mucosa bucal.

O antisséptico de própolis deve ser lançado no primeiro semestre de 2015.

Fonte: revista Saúde é Vital